Software livre: entenda o conceito, como funciona e dicas sobre!

Blog da ValueHost


Nos dias de hoje, o conceito de software livre está cada vez mais presente no universo da tecnologia empresarial. Mas o que exatamente significa “software livre” e como ele pode ser aplicado nas operações de uma organização? Neste artigo, vamos explorar esse conceito de forma abrangente, desde sua definição até sua atuação prática no ambiente corporativo.

Você descobrirá como essa ferramenta funciona, suas vantagens e desafios, além de receber dicas úteis para aproveitar ao máximo essa poderosa ferramenta. Se você deseja entender melhor como o software livre pode impulsionar a inovação e a eficiência em sua empresa ou área de TI, continue lendo e embarque nessa jornada rumo ao mundo da tecnologia aberta.

O que é software livre?

O software livre é um tipo de programa computacional que promove a liberdade de seus usuários. Ao contrário dos softwares proprietários, que impõem restrições sobre o seu uso e acesso ao código-fonte, os softwares livres permitem que os usuários executem, estudem, modifiquem e distribuam suas versões modificadas livremente.

Origem:

  • contexto histórico: o conceito de software livre surgiu na década de 1980, quando a indústria de computadores estava em expansão e os softwares proprietários começaram a se tornar predominantes;
  • Richard Stallman e o movimento GNU: o movimento do software livre foi liderado por Stallman, um programador do MIT. Ele ficou descontente com as restrições impostas pelos softwares proprietários e decidiu iniciar o Projeto GNU em 1983, com o objetivo de desenvolver um sistema operacional completo e independente;
  • licença GPL: para garantir que o software GNU permanecesse livre, Stallman criou a Licença Pública Geral (GPL) em 1989. Ela estabelece que qualquer pessoa que redistribua o software deve fornecer o código-fonte e permitir que outros usuários o modifiquem;
  • desenvolvimento do GNU/Linux: embora o Projeto GNU tenha desenvolvido muitos componentes essenciais de um sistema operacional, faltava um núcleo. Em 1991, Linus Torvalds desenvolveu o núcleo Linux, que combinado com o GNU, gerou o sistema operacional GNU/Linux.

Princípios do software livre:

  • liberdade de uso: os usuários têm o direito de executar o software para qualquer finalidade, sem restrições impostas pelo fornecedor;
  • liberdade de estudo e modificação: os usuários têm acesso ao código-fonte do software, permitindo que o estudem e alterem conforme necessário para atender às suas necessidades específicas;
  • liberdade de distribuição: os usuários podem redistribuir cópias do programa para outras pessoas, promovendo a disseminação da liberdade do software livre;
  • liberdade de contribuição: os usuários são encorajados a aperfeiçoar o sistema e compartilhar suas melhorias com a comunidade. Essa colaboração contínua promove o desenvolvimento e aprimoramento do software.

Como funciona o software livre

O software livre opera conforme os princípios estabelecidos pelo movimento do software livre, permitindo que os usuários tenham liberdade total sobre o sistema que estão utilizando. Vamos explorar como isso funciona na prática, incluindo a questão da licença.

Acesso ao código-fonte

Qualquer pessoa pode acessar o código por trás do software e examiná-lo detalhadamente. O acesso ao código-fonte permite que os usuários entendam como o programa funciona internamente e oferece a possibilidade de modificá-lo de acordo com suas demandas específicas.

Liberdade de uso

Os usuários têm a liberdade de executar o software para qualquer finalidade, seja pessoal, educacional ou comercial. Não há restrições sobre como o sistema pode ser utilizado. Essa condição garante que os usuários não fiquem limitados por restrições impostas pelos proprietários do programa, permitindo-lhes explorar todo o potencial do software para atender às suas necessidades individuais.

Liberdade de distribuição

Os usuários têm permissão para redistribuir cópias do software livre para a comunidade. Isso significa que qualquer pessoa pode compartilhar o software com amigos, colegas ou clientes sem restrições. A liberdade de distribuição promove a disseminação do software e permite que mais pessoas se beneficiem das suas vantagens, contribuindo para o crescimento e a adoção dessa categoria de sistema computacional.

Licença Pública Geral (GPL)

A Licença Pública Geral estabelece os termos e condições para o uso, modificação e distribuição do software. Ela garante que o software livre permaneça livre, exigindo que qualquer redistribuição do programa inclua o código-fonte e mantenha as mesmas liberdades para os usuários.

Colaboração e comunidade

O software livre é frequentemente desenvolvido de forma colaborativa por uma comunidade de programadores e entusiastas. Essa contribuição pode ocorrer por meio de fóruns de discussão, listas de e-mail, repositórios de código-fonte e outras plataformas online.

A comunidade de software livre é fundamental para o desenvolvimento, suporte e manutenção contínua do programa, garantindo que ele permaneça atualizado, seguro e funcional ao longo do tempo.

Quais as vantagens?

Os softwares livres oferecem uma série de benefícios que vão além da simples economia de recursos. Eles proporcionam uma abordagem colaborativa e transparente para o desenvolvimento e uso de tecnologia, resultando em vantagens significativas para empresas, desenvolvedores e usuários finais.

Seus diferenciais abrangem vários aspectos, desde questões financeiras até garantias de segurança e qualidade. Conheça cada um desses benefícios em detalhes.

Clara economia de recursos

Um dos destaques mais evidentes do software livre é a redução de recursos financeiros. Ao optar por soluções de código aberto, as empresas podem diminuir consideravelmente seus gastos com licenças de software e taxas de manutenção. Tal condição permite que aloquem esses recursos financeiros para outras áreas prioritárias do negócio, como pesquisa e desenvolvimento.

Correção de falhas

Com o código-fonte aberto e acessível a uma comunidade de desenvolvedores, as falhas de software podem ser detectadas e corrigidas de forma rápida e eficiente. Essa transparência no processo de desenvolvimento significa que os problemas são identificados e solucionados em tempo hábil, minimizando o impacto negativo nas operações das empresas e garantindo uma experiência de usuário mais satisfatória.

Compartilhamento do código-fonte

O compartilhamento do código-fonte é uma das pedras angulares do software livre. Ele promove a colaboração entre desenvolvedores, permitindo que aprendam uns com os outros e contribuam para o aprimoramento contínuo do sistema. Essa cultura de compartilhamento e colaboração resulta em soluções mais robustas e inovadoras, beneficiando toda a comunidade de desenvolvimento.

Aumento no número de profissionais

A natureza aberta e acessível do software livre atrai um grande número de profissionais talentosos e apaixonados por programação. Esses desenvolvedores contribuem ativamente para a concepção e aprimoramento do software, trazendo novas ideias, perspectivas e habilidades para o projeto. Como resultado, o software livre muitas vezes se beneficia de uma base diversificada e altamente qualificada.

Melhoria na qualidade do código

Com uma comunidade ativa de equipes trabalhando em conjunto, o código-fonte do software livre é constantemente revisado, testado e aprimorado. Esse cenário leva a um aprimoramento significativo na qualidade do código, com menos bugs, vulnerabilidades de segurança e problemas de desempenho. Isso é fundamental para garantir a estabilidade e a confiabilidade do programa em ambientes de produção.

Maior segurança

A transparência do processo de desenvolvimento do software livre também contribui para uma maior proteção. Com o código-fonte aberto, os desenvolvedores e usuários podem identificar e corrigir rapidamente qualquer falha de segurança que surja. Isso contrasta com os softwares proprietários, onde as vulnerabilidades muitas vezes permanecem ocultas até serem exploradas por hackers mal-intencionados.

Maior diversidade e redução da dependência

O modelo de software livre promove a competição e a diversidade de fornecedores, reduzindo a dependência de companhias estrangeiras e criando oportunidades para empresas locais. Com várias opções de fornecedores com base no mesmo software as empresas têm mais liberdade para fechar a parceria que melhor atenda às suas necessidades específicas.

Quais as diferenças entre open source, software proprietário e software livre?

Ao escolher uma solução de software, é importante conhecer as diferenças entre eles. Cada um desses modelos tem suas próprias características distintas, que podem afetar significativamente o desenvolvimento, a distribuição e o uso do software. Vamos explorar essas distinções em detalhes.

Definição e licenciamento:

  • open source: o código-fonte do software é disponibilizado publicamente, permitindo que qualquer pessoa o visualize, modifique e redistribua de acordo com os termos de uma licença específica;
  • software livre: é uma categoria dentro do open source que se refere a software que pode ser usado, estudado, modificado e redistribuído livremente, sem restrições de licenciamento. O principal destaque aqui é a liberdade que os usuários têm para controlar o software;
  • software proprietário: é desenvolvido e distribuído por uma única entidade ou empresa, que detém os direitos exclusivos sobre o código-fonte e impõe restrições ao seu uso, modificação e redistribuição. Os usuários geralmente precisam adquirir uma licença para usar o software.

Controle e flexibilidade:

  • open source: oferece um alto grau de controle e flexibilidade aos usuários, garantindo que eles personalizem o software de acordo com suas necessidades específicas. Isso é possível devido ao acesso ao código-fonte e à capacidade de modificar o software conforme desejado;
  • software livre: oferece o maior nível de controle e flexibilidade, permitindo que os usuários alterem o software conforme desejado, sem restrições. Isso proporciona uma maior autonomia e capacidade de adaptação às demandas de cada usuário;
  • software proprietário: geralmente oferece menos autonomia, já que os usuários estão sujeitos às restrições impostas pelo detentor dos direitos autorais. As modificações e personalizações são limitadas e sujeitas a aprovação.

Comunidade e colaboração:

  • open source: promove a colaboração e compartilhamento de conhecimento entre desenvolvedores e usuários, resultando em uma comunidade ativa e engajada em torno do software. Essa condição leva a uma inovação mais rápida e uma melhoria contínua do sistema ao longo do tempo;
  • software livre: a comunidade atua diretamente no desenvolvimento e suporte do software. Os usuários são incentivados a contribuir com melhorias, correções de bugs e novos recursos, resultando em um ciclo de desenvolvimento mais dinâmico e participativo;
  • software proprietário: embora existam casos em que empresas permitem alguma forma de colaboração em torno do software proprietário, geralmente a comunidade em torno dele é limitada e controlada pela empresa desenvolvedora. Isso pode restringir a inovação e aprimoramento do sistema.

Quais os softwares livres mais populares?

Existe uma grande variedade de softwares livres disponíveis no mercado. Confira alguns exemplos notáveis que têm impactado positivamente diferentes áreas e comunidades.

Linux

O Linux é um dos exemplos mais emblemáticos de software livre. Criado por Linus Torvalds em 1991, tornou-se uma escolha popular de sistema operacional devido à sua estabilidade, segurança e flexibilidade. Sua natureza de código aberto permitiu que desenvolvedores de todo o mundo contribuíssem para seu aprimoramento e adaptação a diferentes necessidades.

Hoje, o Linux é amplamente utilizado em uma variedade de dispositivos, desde servidores de internet e desktops pessoais até dispositivos embarcados e supercomputadores. Sua comunidade ativa e comprometida continua a desenvolver e atualizar o sistema, garantindo sua relevância e eficácia em um cenário tecnológico bastante dinâmico.

Firefox

O Firefox é um navegador web de código aberto desenvolvido pela Mozilla Foundation. Lançado em 2002, o ele entrega recursos avançados de navegação, personalização e segurança, além de suportar uma ampla variedade de extensões e complementos. A natureza do Firefox permite que desenvolvedores de todo o mundo contribuam para seu aprimoramento contínuo.

LibreOffice

O LibreOffice é uma suíte de escritório de código aberto que oferece uma variedade de aplicativos, incluindo processador de texto, planilha, apresentação e editor de gráficos vetoriais. Desenvolvido pela The Document Foundation, o LibreOffice é uma alternativa gratuita e de alta qualidade ao Microsoft Office, permitindo aos usuários criar e editar documentos com facilidade.

GIMP

O GIMP (GNU Image Manipulation Program) é um poderoso programa de edição de imagens de código aberto que oferece recursos semelhantes aos do Adobe Photoshop. Com o GIMP, os usuários podem retocar fotos, criar ilustrações e gráficos, e realizar uma variedade de outras tarefas de manipulação de imagem. Sua interface personalizável e extensível o tornam uma escolha popular entre artistas e designers.

Audacity

O Audacity é um software livre e de código aberto para gravação e edição de áudio, oferecendo recursos avançados como gravação multicanal, edição não destrutiva e suporte a diversos formatos de arquivo. Sua versatilidade o torna uma escolha popular entre músicos, podcasters e profissionais de áudio globalmente, contribuindo significativamente para a produção de conteúdo de alta qualidade.

MySQL

O MySQL é um sistema de gerenciamento de banco de dados relacional de código aberto, desenvolvido pela Oracle Corporation. Amplamente utilizado em aplicações web e empresariais, destaca-se pelo desempenho confiável, escalabilidade e suporte a diversas linguagens de programação e plataformas de desenvolvimento.

Sua natureza de código aberto permite que seja facilmente integrado a diferentes ambientes de software, tornando-o uma escolha popular para empresas de diversos setores que buscam uma solução robusta e flexível para armazenamento e gestão de data center.

WordPress

O WordPress é uma plataforma de gerenciamento de conteúdo livre e de código aberto que facilita a criação e manutenção de sites, blogs e lojas online. Com uma ampla variedade de temas e plugins disponíveis, o WordPress oferece liberdade e escalabilidade para atender às demandas de diferentes projetos e negócios.

Como é realizada a venda e os negócios com esse tipo de programa?

A comercialização com softwares livres são realizadas de forma diferente em comparação com os softwares proprietários, devido à natureza aberta e colaborativa dessas soluções. Vamos explorar como ocorrem as vendas e os negócios envolvendo softwares livres, destacando aspectos importantes.

Modelos de suporte e serviços agregados

Uma das principais formas de venda de softwares livres está relacionada aos modelos de suporte e serviços agregados oferecidos pelas empresas e organizações que desenvolvem ou distribuem essas soluções.

Embora o software em si possa ser disponibilizado gratuitamente, as empresas muitas vezes oferecem serviços de suporte técnico, consultoria, treinamento e customização para atender às necessidades específicas dos clientes. Esses serviços agregados podem ser uma fonte significativa de receita para os fornecedores de softwares livres, garantindo um suporte confiável e personalizado para os usuários.

Licenciamento e estratégias de comercialização

Ao contrário dos softwares proprietários, que geralmente são vendidos por meio de licenças de uso, os softwares livres são distribuídos sob licenças de código aberto, como a GPL (GNU General Public License) ou a Apache License.

Tais recursos permitem que os usuários acessem, modifiquem e distribuam o software livremente, sem limitações. As estratégias de comercialização de softwares livres frequentemente se concentram na oferta de valor agregado por meio de serviços e customizações, em vez de depender exclusivamente da venda de licenças.

Comunidades e parcerias

As vendas e os negócios com softwares livres muitas vezes envolvem a participação ativa em comunidades de desenvolvedores e usuários, onde o compartilhamento de conhecimento, a colaboração e a troca de experiências são essenciais.

Companhias que comercializam esse tipo de software frequentemente buscam estabelecer parcerias estratégicas com outras empresas, comunidades de código aberto e desenvolvedores independentes para expandir o alcance e o impacto de suas soluções.

Marketing e conscientização

A divulgação e a conscientização sobre os benefícios dos softwares livres desempenham um papel crucial nas estratégias de venda e negócios. Isso pode ser feito por meio de campanhas de marketing, participação em eventos da indústria, produção de conteúdo educativo e demonstrações de casos de uso bem-sucedidos. A ênfase na transparência, na segurança, na economia de recursos e na flexibilidade dos softwares livres é bastante destacada para atrair potenciais clientes e parceiros de negócios.

Adoção e migração

A venda e os negócios com softwares livres muitas vezes envolvem processos de adoção e migração, nos quais empresas e organizações consideram a transição de soluções proprietárias. Essa condição pode exigir a realização de análises de custo-benefício, avaliações de desempenho e planejamento de implementação, com o objetivo de garantir uma transição suave e adequada para o novo ambiente de software.

Benefícios e impacto social

Além de aspectos comerciais, as vendas e os negócios com softwares livres enfatizam os benefícios sociais, como a promoção da inclusão digital, o acesso equitativo à tecnologia e a capacitação de comunidades locais por meio do uso e desenvolvimento de softwares. Esses aspectos podem ser um diferencial na decisão de compra e no estabelecimento de parcerias estratégicas com marcas comprometidas com a responsabilidade social corporativa.

Quando usar o software livre?

O uso de software livre pode ser uma escolha estratégica e vantajosa para empresas em uma variedade de situações. Confira algumas circunstâncias em que ele pode ser a escolha certa para as empresas.

Redução de custos de licenciamento

O software livre é uma opção atraente para companhias que buscam reduzir os custos de licenciamento sistemático. Ao optar por soluções de código aberto, as empresas podem economizar significativamente em taxas de licença, permitindo que os recursos financeiros sejam alocados para outros setores críticos e estratégicos do negócio.

Flexibilidade e customização

Para instituições com necessidades específicas ou que desejam adaptar o software às suas operações exclusivas, o código aberto oferece a liberdade de modificar e personalizar o sistema de acordo com suas demandas específicas.

Integração com sistemas Existentes

O software livre muitas vezes oferece uma maior interoperabilidade e capacidade de integração com programas existentes. Essa característica pode ser relevante para empresas que já possuem uma infraestrutura de TI estabelecida e desejam implementar novas soluções de software sem interromper suas operações existentes.

Agilidade e inovação

O ecossistema de software livre é conhecido por sua natureza colaborativa e inovadora. Ao adotá-lo, as companhias podem se beneficiar da rápida evolução e atualização do software, bem como do acesso a uma comunidade global de desenvolvedores que contribuem ativamente para o aprimoramento contínuo das soluções de código aberto.

Segurança e transparência

Embora haja preocupações com segurança em relação ao software livre, muitas vezes ele oferece um alto nível de proteção devido à sua natureza transparente. Com o código-fonte aberto e acessível a todos, os desenvolvedores e usuários podem identificar e corrigir rapidamente vulnerabilidades de segurança, garantindo uma maior proteção para os dados e sistemas da empresa.

Suporte comunitário e profissional

Embora o suporte técnico possa ser uma preocupação para algumas empresas ao adotar software livre, muitas soluções de código aberto oferecem opções de suporte comunitário e profissional. Com uma vasta comunidade de usuários e desenvolvedores dedicados, as companhias podem encontrar recursos e assistência para solucionar problemas e manter suas operações funcionando sem problemas.

Independência de fornecedores

Com o software livre, as empresas podem reduzir sua dependência de fornecedores específicos de software. Essa condição oferece mais liberdade e controle sobre processos de TI da instituição, bem como reduz riscos associados a mudanças no fornecedor ou ao encerramento do suporte para uma determinada solução proprietária.

Ao compreender o conceito, funcionamento e dicas relacionadas ao software livre, é evidente que a economia de recursos, a correção de falhas, o compartilhamento do código-fonte, o aumento no número de desenvolvedores, a melhoria na qualidade do código e a maior segurança são benefícios significativos.

A promoção da inovação, da maturidade digital e da autonomia tecnológica também se destaca como um impacto positivo. Por fim, os softwares livres representam uma abordagem colaborativa e sustentável para o desenvolvimento e uso de tecnologia de forma estratégica.

Gostou de aprender mais sobre software livre? Se quiser complementar o tema ou tirar dúvidas, deixe seu comentário abaixo! Estamos aqui para ajudar.





Fonte: Valuehost

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *